Emilio Romero:

ESSAS INQUIETANTES ERVAS DO JARDIM

(220 pág.)

Prox. Reedição reformulada e acrescentada.

Em todo ser humano existe um pequeno jardim, inclusive naqueles que se deixam invadir pelo deserto e pela decepção. A sua maneira todos cuidam das flores que neles se abrem à vida, mas, por cuidadosos que sejam, sempre existe o risco de serem invadido por ervas estranhas e inquietantes. Tão daninhas quanto a peste que aniquila a vontade de viver. O mais inquietantes é que nem todas as ervas sufocam e esterilizam as flores. Existem também as que perturbam a mente, incitando-a para tarefas prodigiosas e belas. Como diferenciar umas de outras? Como diferenciar o normal do patológico? E o anormal do excepcional? Há questões sempre em discussão. São temas que inquietam, circulando na mídia e na curiosidade de leigos e especialistas.

I. Qual é a validade das classificações psiquiátricas e psicopatológicas?

- Neuroses, psicopatias, psicoses, oligofrenias, personalidades limítrofes, são categorias habitualmente usadas em psiquiatria e psicologia clínica para caracterizar determinadas formas de ser e de comportar-se.

- Existem estes tipos de pessoas? Tudo indica que sim, mas com a ressalva que nenhuma pessoa se esgota num quadro classificatório: sempre é algo mais. Ninguém é apenas um neurótico ou um psicótico, embora apresente as vivências e condutas características desses tipos humanos.

II. A mulher e o homem são iguais? Em que sentido o são?

-. Ontologicamente são iguais, mas nos aspecto biológicos e psico-sociais são diferentes

- São diferentes e diferenciados, o que se quer dizer com estas duas palavras?

- Como influi o biológico e o social nas diferenças?

- Por que motivo a mulher é mais emotiva do que o homem?

- O fato de ser mais emotiva atrapalha seu desenvolvimento?

III. O normal e o suspeito: os quatro critérios do normal e do sintomático

IV. E como fica a questão da autenticidade e a falsidade na vida social?

- Até que ponto você pode ser verdadeiro num mundo feito de simulações e disfarces?

- Aliás, em que consiste ser autêntico?

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